Todos os orçamentos da FuelAnchor começam com um número que só o senhor pode dar: quantos galões por mês. Alguns operadores emperram aqui, com receio de errar para um lado ou para o outro. A boa notícia é que esta é a pergunta mais fácil de responder de toda a decisão. A sua empresa anda a escrever a resposta há anos, talão a talão. O trabalho é recuperar, não prever.
Onde o número já está
Comece pelo rasto de pagamentos que o seu combustível já deixa. Os extratos do cartão de combustível são a fonte mais limpa, porque indicam diretamente os galões. Os extratos bancários e do cartão de crédito vêm a seguir: separe as compras de combustível de alguns meses recentes e divida os montantes pelo preço aproximado por galão desses meses para estimar os galões. Uma caixa de sapatos cheia de talões também serve, só leva uma noite. Para equipamentos abastecidos a partir de depósitos de transferência ou bidões, os enchimentos do próprio depósito são o registo, e quem faz esse percurso sabe o ritmo de cor.
Procure um mês típico, não um mês perfeito. Entre três e seis meses de histórico alisam as semanas anormais, e se o seu trabalho é sazonal, anote à parte os meses de época em vez de os diluir na média, porque a época pode merecer o seu próprio acordo, dimensionado pelo seu próprio consumo.
Dimensionar com honestidade é melhor do que dimensionar com otimismo
Dimensione o compromisso pelo volume que tem a certeza de usar, e não pelo maior mês que consegue imaginar. O máximo garantido aplica-se aos galões pré-pagos, por isso a pergunta útil é o que a empresa consome de forma fiável ao longo do prazo. Se os seus meses oscilam entre um mínimo que atinge sempre e um pico que atinge às vezes, o mínimo é o número natural a fixar, e os meses mais fortes compram simplesmente os galões extra na bomba, como de costume. Os operadores que também querem proteger o pico podem fazer um segundo acordo, mais curto, para a época alta, dimensionado à parte, já que cada orçamento é um pedido independente.
Aproveite e divida o número por combustível. Os camiões a gasóleo e as carrinhas a gasolina são orçamentados separadamente no mesmo pedido, cada um com o seu número real, por isso um total misturado é menos útil do que dois números honestos. O gasóleo para máquinas fora de estrada está entre os tipos de combustível disponíveis, se o seu equipamento o consumir.
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Do número ao orçamento
Com os galões na mão, o resto do pedido leva um minuto: os seus tipos de combustível, a zona onde os seus veículos abastecem de facto e o prazo que corresponde ao que quer proteger, 1, 3, 6 ou 12 meses. O orçamento chega com um preço máximo garantido por galão, calculado nesse momento a partir dos preços atuais na sua zona abrangida, do seu volume e do seu prazo. Não há tabela de preços, e é exatamente por isso que o trabalho sobre o volume conta: o orçamento é construído para o número que trouxer.
Depois, o acordo funciona sozinho. Paga os galões antecipadamente, abastece com um cartão FuelAnchor nos postos que escolher, paga o preço da bomba quando está abaixo do seu máximo garantido e paga a sua tarifa quando o mercado o ultrapassa. O primeiro prazo faz ainda, discretamente, algo valioso pelo seguinte: um prazo de abastecimentos num único cartão produz o registo de combustível mais limpo que a sua empresa já teve, o que torna a próxima decisão de dimensionamento ainda mais fácil do que esta. Peça um orçamento quando os talões lhe tiverem dito o seu número.
Este artigo traduz um guia escrito para o mercado norte-americano; os volumes estão expressos em galões. O método vale da mesma forma em Portugal, onde os seus registos estarão em litros.
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